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Impasse no PSD de Criciúma define-se até sábado: saída imprevisível

Reunião virtual da Executiva Estadual do PSD homologou a proposta encaminhada por Júlio Garcia, Clésio Salvaro e Arleu da Silveira, para fixação de critérios na escolha do candidato à prefeito de Criciúma.

Participaram da deliberação 18 integrantes da direção estadual, a começar pelo presidente Eron Giordani.  O deputado federal Ricardo Guidi, que também pleiteia o direito de ser o candidato, foi ouvido sobre a proposta, mas não subscreveu o documento e nem participou do plenário virtual do partido.

Guidi discorda da realização da pesquisa para definição do candidato somente no mês de julho.  Para participar da consulta terá que continua filiado ao PSD.  Não poderá mais mudar de legenda.

O secretário estadual do Meio Ambiente tem até sábado, dia 6 de abril, para decidir se continua no PSD ou aceita convite do governador Jorginho Mello para se inscrever no Partido Liberal.

Ele está consciente que a mudança de sigla pode implicar em perda de mandato.  Informou que avaliará o cenário, ouvirá familiares e lideranças da região sul sua base eleitoral, para decidir.

A hipótese de ser liberado da punição da lei eleitoral, se vier a se filiar ao PL, foi descartada pelo presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, em almoço com o governador Jorginho Mello, em São Paulo.

Em evento anterior, presentes os deputados federais do PSD, Kassab fechou todas as portas.  Alegou que seria abrir um precedente perigoso, que levaria o PSD a perda de cadeiras federais e estaduais.

E o argumento decisivo: não fazia sentido liberar um deputado federal do partido para se inscrever no PL e vir a disputar a importante prefeito de Criciúma contra o candidato oficial do próprio PSD.

É imprevisível o que vai acontecer no PSD de Criciúma.

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